domingo, 8 de fevereiro de 2015

Versão B do clássico

Serra da Lousã

(Fevereiro de 2015)

A descer os Ss de Vilarinho ao por-do-Sol


Closer


Versão preto-e-branco do clássico

Serra da Lousã
(Fevereiro de 2015)

Ss de Vilarinho ao por-do-Sol




Um clássico

Serra da Lousã
(Fevereiro 2015)

Subida dos "Ss" de Vilarinho ao por-do-sol. Um clássico. Só falta uma ave a planar com as penas a reflectir a luz dos últimos raios de Sol.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Bruxas?

Serra da Lousã
(Janeiro 2015)

A caminho do Terreiro das Bruxas.


Num dia luminoso destes o risco de as encontrar é pequeno; foram concerteza até à praia, ver o mar e molhar os pézinhos.


Mas, vendo bem, se tirar o filtro antibruxas dos óculos ... afinal ... elas andam por ali.
Não estava nada à espera de as encontrar.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

domingo, 1 de fevereiro de 2015

As sequóias em Janeiro

Serra da Lousã, Janeiro de 2015

Estas são 3 sequóias da serra da Lousã. Não sei se há mais. São um pouco mais pequenas do que as gigantes que vi no "sequoia park" na California mas ... são as sequóias da serra da Lousã.
As sequóias são os seres vivos com a maior taxa de crescimento. Crescem, crescem (não tanto em altura, apenas uns miseráveis 70 a 80 m , mas mais no diâmetro) e ao fim de alguns anos (algumas ao fim de dois mil anos) caiem mortas porque as raízes são muito superficiais.



As morcelas para assar

Serra da Lousã

1 de Fevereiro de 2015

Quando cheguei (quase ) lá acima o nevoeiro era denso e nevava, não se nota mas nevava.


Quando comecei, cá em baixo, e olhei para cima, as eólicas espreitavam por entre os claros e escuros da nuvens. Ou aquilo abria, ou fechava ainda mais, pensei. Fechou.


Em todo o caso o cenário era atractivo. Tinha chovido a potes no dia anterior, havia água por todo o lado a correr pelas encostas, estava frio (2 a 3 °C), não sabia bem o tempo que iria encontrar lá em cima e, além disso, andava por ali sozinho, nem carros passavam.


Aos 800 m começou o nevoeiro. Os verdes, os castanhos e os amarelos começaram a ficar baços.



e aos 1000 m nevava. Não se nota mas nevava. Aquela neve que parece chuva mas que bate leve, levemente, como quem chama por mim, será chuva ... era mesmo neve.


De súbito, uma eólica ali perto roncou no meio do nevoeiro. Assustei-me. O que é isto? Um javali? ah são as eólicas. Acontece-me isto com frequência.


Rapidamente, voltei para baixo. É que tinha umas morcelas e umas alheiras para assar para o almoço e estava a fazer-se tarde. Tinha-as prometido ao meu irmão.