Serra da Lousã
(meados de Março de 2015)
As acácias começam a explodir em amarelo.
A memória das pedaladas. Foi esta a principal razão. O blog é, assim, uma espécie de dispositivo virtual de reforço sináptico.
terça-feira, 10 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
Quando Março abre
Março 2015
(serra da Lousã)
Numa semana, os dias estão fechados. O nevoeiro fecha a estrada logo no início da subida
seguir o risco
Na semana seguinte o dia está luminoso. E, portanto, o plano é seguir até ao cimo da serra e andar por lá.
O Trevim lá em cima, aos 1200 m.
Contorno o Trevim para os lados do St. António da neve. O Picoto da Cebola (1400m) da Serra do Açor ao centro, na linha do horizonte, e o planalto da Estrela logo à esquerda (2000 m).
aqui é a terra do xisto
e da urze
e vamos embora pela floresta aos 1100 m de altitude
mas, quando se desce para a Lousã, às vezes é preciso subir para tornar a descer
(serra da Lousã)
Numa semana, os dias estão fechados. O nevoeiro fecha a estrada logo no início da subida
seguir o risco
Na semana seguinte o dia está luminoso. E, portanto, o plano é seguir até ao cimo da serra e andar por lá.
O Trevim lá em cima, aos 1200 m.
Contorno o Trevim para os lados do St. António da neve. O Picoto da Cebola (1400m) da Serra do Açor ao centro, na linha do horizonte, e o planalto da Estrela logo à esquerda (2000 m).
aqui é a terra do xisto
e vamos embora pela floresta aos 1100 m de altitude
domingo, 1 de março de 2015
O dia inicial e pouco limpo
Serra da Lousã
(1 de Março de 2015)
Sem razão aparente, lembrei-me das palavras de Sophia Mello Breyner Andersen "o dia inicial, inteiro e limpo".
Floresta a cerca de 1000 m de altitude. Chão húmido e mole atapetado de folhas, musgo e ramos caídos das árvores. Nevoeiro denso. Não se via um palmo à frente do nariz. Gosto de dias assim.
Sempre na expectativa de ouvir uns cascos a bater no chão ou um vulto fugidio por entre as árvores (em dias assim os veados parecem andar menos alerta e, já aconteceu, assustarmo-nos mutuamente).
Na descida, já aos cerca de 700 m, estava menos "milky"
Por ali?
Ou por ali?
Por aqui
(1 de Março de 2015)
Sem razão aparente, lembrei-me das palavras de Sophia Mello Breyner Andersen "o dia inicial, inteiro e limpo".
Floresta a cerca de 1000 m de altitude. Chão húmido e mole atapetado de folhas, musgo e ramos caídos das árvores. Nevoeiro denso. Não se via um palmo à frente do nariz. Gosto de dias assim.
Sempre na expectativa de ouvir uns cascos a bater no chão ou um vulto fugidio por entre as árvores (em dias assim os veados parecem andar menos alerta e, já aconteceu, assustarmo-nos mutuamente).
Na descida, já aos cerca de 700 m, estava menos "milky"
Por ali?
Ou por ali?
Por aqui
sábado, 28 de fevereiro de 2015
8 anos depois, na Serra do Açôr, 2012
Serra do Açôr
(Setembro de 2012)
8 anos depois das fotografias do post anterior, na mesma bike mas com outros sapatinhos.
Estrada Góis-Pampilhosa da Serra, pouco depois do Esporão
(Setembro de 2012)
8 anos depois das fotografias do post anterior, na mesma bike mas com outros sapatinhos.
Estrada Góis-Pampilhosa da Serra, pouco depois do Esporão
Há 11 anos, em 2004, na serra da Estrela
Serra da Estrela
(2004, provavelmente no Verão)
Vale glaciar do rio Zêzere, quase a chegar ao Covão d'Ametade.
Tinha saído da Covilhã em direcção ao Teixoso, continuei para Orjais e, com Belmonte à vista, virei à esquerda para Vale Formoso, Valhelhas e Manteigas. A partir daqui, até ao covão, a beleza do vale glaciar vai suavizando a dureza da subida.
Um pouco mais atrás e a cores
Mais perto
Na bela BH e com sapatinhos de encaixe Diamond em cabedal (incluindo a sola)
E chegada ao covão d'Ametade (a 1450 m de altitude); seguramente, um local tão belo como a Vénus de Milo
O Cântaro Magro, marcando o início do covão (a 1870 m de altitude)
(2004, provavelmente no Verão)
Vale glaciar do rio Zêzere, quase a chegar ao Covão d'Ametade.
Tinha saído da Covilhã em direcção ao Teixoso, continuei para Orjais e, com Belmonte à vista, virei à esquerda para Vale Formoso, Valhelhas e Manteigas. A partir daqui, até ao covão, a beleza do vale glaciar vai suavizando a dureza da subida.
Um pouco mais atrás e a cores
Mais perto
Na bela BH e com sapatinhos de encaixe Diamond em cabedal (incluindo a sola)
E chegada ao covão d'Ametade (a 1450 m de altitude); seguramente, um local tão belo como a Vénus de Milo
O Cântaro Magro, marcando o início do covão (a 1870 m de altitude)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
O dia tem que começar de alguma maneira
Serra da Lousã
(Fevereiro de 2015)
8:00h da manhã. O amarelo das acácias no início da floração começa a notar-se por entre a neblina que dispersa.
(Fevereiro de 2015)
8:00h da manhã. O amarelo das acácias no início da floração começa a notar-se por entre a neblina que dispersa.
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