Fevereiro 2015
(Serra da Lousã)
Descida dos Ss de Vilarinho. Na Vila (da Lousã), lá em baixo, as luzes já estão acesas.
A memória das pedaladas. Foi esta a principal razão. O blog é, assim, uma espécie de dispositivo virtual de reforço sináptico.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Apanhado pela noite
Fevereiro de 2015
(Lousã)
Os dias de Inverno enganadores.
Dão-se umas pedaladas pela serra acima com um céu a esmorecer mas ainda cheio de luz e, às tantas, sem se dar pela transição, cai-nos a noite em cima. Mas pouco passa das seis da tarde !!! Bem, está a virar para baixo, esperar que nenhum ramo, pedra ou animal se atravesse no caminho e gozar a descida às escuras até à Vila.
A aldeia do Talasnal (aldeia de xisto) já com as luzes acesas
Chegada à Vila da Lousã
(Lousã)
Os dias de Inverno enganadores.
Dão-se umas pedaladas pela serra acima com um céu a esmorecer mas ainda cheio de luz e, às tantas, sem se dar pela transição, cai-nos a noite em cima. Mas pouco passa das seis da tarde !!! Bem, está a virar para baixo, esperar que nenhum ramo, pedra ou animal se atravesse no caminho e gozar a descida às escuras até à Vila.
A aldeia do Talasnal (aldeia de xisto) já com as luzes acesas
Chegada à Vila da Lousã
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Invernias
14 de Fevereiro de 2015
O vigor da Invernia. Vento forte a rasar as cumeadas, chuva fina a fustigar e nevoeiro que não deixa ver um palmo à frente do nariz.
Estava belíssimo o contraste ente o céu branco e as bermas verdes e castanhas da estrada. Distinguiam-se os vultos das árvores a 50 m por entre o nevoeiro. Só faltava ouvir uns uivos e vislumbrar uma alcateia por entre as árvores.
Saí da Lousã (200 m altitude) e fui até ao Trevim (1200 m altitude).
À medida que me aproximava do cume, a expectativa de encontrar por ali alguém foi esmorecendo. Mas, em todo o caso, as pedaladas a solo sabem muito bem.
À saída da Lousã a temperatura era cerca de 4 °C mas, aos 1000 m, com o vento forte, seguramente a sensação real correspondia a vários graus negativos.
Paragem num sítio abrigado para comer um pão com marmelada. Tirar as luvas nestas condições é um risco; calçar luvas com as mãos frias e molhadas não é tarefa simples.
Chegada ao Trevim. Tempo para uma fotografia rápida. É que o vento estava fortíssimo e eu arrefecia rapidamente. O nevoeiro e o vento varriam literalmente o cume escalvado.
O vigor da Invernia. Vento forte a rasar as cumeadas, chuva fina a fustigar e nevoeiro que não deixa ver um palmo à frente do nariz.
Estava belíssimo o contraste ente o céu branco e as bermas verdes e castanhas da estrada. Distinguiam-se os vultos das árvores a 50 m por entre o nevoeiro. Só faltava ouvir uns uivos e vislumbrar uma alcateia por entre as árvores.
Saí da Lousã (200 m altitude) e fui até ao Trevim (1200 m altitude).
À medida que me aproximava do cume, a expectativa de encontrar por ali alguém foi esmorecendo. Mas, em todo o caso, as pedaladas a solo sabem muito bem.
À saída da Lousã a temperatura era cerca de 4 °C mas, aos 1000 m, com o vento forte, seguramente a sensação real correspondia a vários graus negativos.
Paragem num sítio abrigado para comer um pão com marmelada. Tirar as luvas nestas condições é um risco; calçar luvas com as mãos frias e molhadas não é tarefa simples.
Chegada ao Trevim. Tempo para uma fotografia rápida. É que o vento estava fortíssimo e eu arrefecia rapidamente. O nevoeiro e o vento varriam literalmente o cume escalvado.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Floresta en Janeiro
Serra da Lousã
(Janeiro de 2015)
A cerca de 750 m, no Covão da Lomba.
Logo a seguir aos carvalhos e aos castanheiros, quase sem tempo para perceber a transição, a meia dúzia de pedaladas, surgem os cedros. Dos castanhos, amarelos e laranjas para os verdes.
(Janeiro de 2015)
A cerca de 750 m, no Covão da Lomba.
Logo a seguir aos carvalhos e aos castanheiros, quase sem tempo para perceber a transição, a meia dúzia de pedaladas, surgem os cedros. Dos castanhos, amarelos e laranjas para os verdes.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
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