quarta-feira, 13 de maio de 2015

A floresta em Porto Espinho - serra da Lousã

Maio 2015

Nos mapas cartográficos da região vem este sítio designado por "Porto Espinho".
Estamos no planalto da serra da Lousã, a 900-950 m de altitude. Uma das coisas boas aqui é a fonte generosa de água fresca onde, por regra, caminhantes (uns de 4 patas e outros de duas pernas) e pedalantes de 2 rodas se saciam durante o Verão.

A floresta aqui é muito bela e verde. Muito verde? sim, no Verão é muito verde. Um verde assim:


Um verde luminoso. Os caminho revela o envelhecimento das árvores


e, também, os destroços do último temporal.


domingo, 3 de maio de 2015

... e um dia depois

3 de Abril de 2015
(Serra da Lousã)

... e um dia depois os vales voltam a cobrir-se de neblina


Guarda-lamas na bike? Shame on you !


sábado, 2 de maio de 2015

O vales neblínicos de ontem estão hoje inundados por uma luz coada

2 de Maio de 2015
(Serra da Lousã)

... uma luz coada por nuvens altas que deixa ver o que a neblina ontem escondia


Um caminho na cota dos 850 m.






Oa fundo, na linha do horizonte, a serra do Caramulo


E, às tantas, numa curva do caminho ... veio mesmo a calhar.


Encostei a bike


e  acompanhei a água com um pão de leite (comprado pela manhã no mercado, enquanto esperava que me amanhassem os dois robalos que vou grelhar logo temperados com sal e alecrim, acompanhado com uns brócolos com batatas novas e regado com Quinta de Currais tinto, nem muito bom, nem muito mau, mas em conta) com marmelada.
Chegado às eólicas, tinha subido o que tinha que subir. Na serra, primeiro sobe-se e, depois, desce-se. Era tempo de ir por ali abaixo até Cabanões.






sexta-feira, 1 de maio de 2015

Os vales brancos e neblínicos da serra da Lousã

1 de Maio de 2015
(Serra da Lousã)

Neblínicos? Vales neblínicos !!! Mas que raio é que isto quer dizer?
Bom, é o primeiro de Maio de 2015. Chuvisca, a neblina encaixada nos vales vai subindo ao longo da manhã, está tudo sossegado e branco, tudo à volta  tem contornos difusos pouco nítidos, não vi veados nem javalis, apenas as suas pegadas na lama, ouvi um cuco ...


Para chegar a este vale branco e neblínico atravessa-se uma floresta também neblínica mas mais escura e esverdeada


Os vales são neblínicos para o lado de baixo e para o lado de cima.


A carqueja em flor (que a minha avó punha no coelho de cebolada) em primeiro plano a emoldurar o vale branco e neblínico.



a bela da carqueja


e as torgas roxas, e as giestas brancas ...


Gosto de pedalar sobre os vales brancos e neblínicos e sob chuva miudinha





terça-feira, 28 de abril de 2015

O dia tem que começar de alguma maneira

28 de Abril de 2015
(Serra da Lousã)

Mais um pouco e chegava ao Candal mas já passa das 8 e há muito que teclar ainda hoje. O friozinho da subida aliado aos aromas intensos dos arbustos floridos já me ligaram os "circuitos de recompensa" por hoje.







domingo, 19 de abril de 2015

Belas e atrevidas

Serra da Lousã
(19 de Abril 2015)

Um atrevimento. Na paisagem a perder de vista são as únicas. Rodeadas de pedras, nojeiras, silvas ...

Vi uma roxa


e uma amarela





sábado, 18 de abril de 2015

Abril, águas, cores e aromas mil

Serra da Lousã
(18 Abril 2015)

Subida até Vale Nogueira, continuar a subir pelo vale da ribeira da Fórnea, dar a volta e regressar por Vale Nogueira. Plano cumprido, pouco mais do que 30 Km, cerca de 700 m de acumulado, 4 ou 5 cargas de água em cima intervaladas com céu azul e Sol intenso e ... cores e aromas na floresta de cortar a respiração.

Estrada de aslfato nova até Vale Nogueira


Enquanto subia, notava a sombra negra no céu que se aproximava de Este. De súbito, enquanto tirava umas fotos para o vale, tenho a sensação de estar a ser observado. Olho para o lado e. ... parece haver ali qualquer coisa


lá estavam elas, as três a olhar para mim, em silêncio


Logo à entrada de Vale Nogueira: o chafariz com os azuis e laranjas a contrastar com o alto relevo da bica



do largo do chafariz via-se o céu carregado sobre a Lousã


às tantas cai uma carga de água daquelas que faz ricochete no chão.  Passa uma mulher a puxar duas cabras que me sugere um abrigo na capela ali ao lado. Continuei a subida mal adivinhei a bonança depois da tempestade.


O melhor estava para vir. Estava na expectativa de ver a neblina a evaporar a partir do chão e por entre as árvores.


De ver as cor es nítidas que se vêem depois de uma bela chuvada


Uma com a bike


Quase a chegar onde queria dar a volta.




Mais uma carga de água em cima e mais umas pedaladas ao Sol para secar antes de começar a descida e levar com outra carga de água mas desta vez acompanhada de uma banho de lama pelo outro lado, o lado de baixo.