sexta-feira, 3 de junho de 2016

O melhor das sobras

Maio 2016
(Serra da Lousã)

As sobras de Maio.

Isto ficava com algum jeito se fosse apresentado como uma rapsódia, músicas escolhidas para cada fotografia (e vêm-me algumas à memória) mas, se calhar, é mais um arroz malandro (feito com as sobras que se acumularam no frigorifico)

Entrada em largo. Acabámos de nos sentar. Primeiros sabores suaves e longínquos para abrir expectativas.


Esta é mais um caroço de azeitona. Duro, para pôr de lado. Sabor forte.



Expelido o caroço, olha-se à volta, abrem-se as conversas e o vinho e deixa-se a coisa fluir.



às vezes lá vêm conversas mais metálicas. Mas prova-se disto e daquilo


com mais ou menos profundidade, a duas ou três dimensões.


Sobremesa. Um final em adagio.







A despropósito, há sempre um café mal feito e carrascão para sacudir os sabores e para lembrar que está na hora de ir embora.








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